Inventário de ativos
Equipamentos, linhas e instalações numa hierarquia, cada um com a sua ficha, a sua localização e o seu histórico completo.
GMAO · Gestão da manutenção
Inventário de equipamentos com o seu histórico, preventivas que se lançam sozinhas por calendário ou horas de utilização, ordens de trabalho no telemóvel do técnico e indicadores calculados com os relatórios reais, não com uma estimativa de fim de mês.
Um GMAO —Gestão da Manutenção Assistida por Computador— é o sistema onde vivem o inventário de equipamentos, o plano preventivo, as ordens de trabalho e o histórico de cada máquina. O seu valor não está em registar avarias, mas em fazer com que os indicadores da fábrica saiam dos relatórios reais: sem um inventário bem montado e ordens que se fecham a sério, qualquer valor de disponibilidade é uma estimativa disfarçada de dado.
Equipamentos, linhas e instalações numa hierarquia, cada um com a sua ficha, a sua localização e o seu histórico completo.
Gamas que disparam por data, por horas de funcionamento ou por contador de produção, sem que ninguém tenha de se lembrar.
O técnico recebe a ordem no telemóvel, anota o que fez, anexa fotografias e fecha-a junto à própria máquina.
Os indicadores saem dos relatórios registados, por isso refletem a fábrica e não a memória de ninguém.
Consumo de peças imputado à ordem, com stock mínimo e aviso antes de ficar sem a peça crítica.
Cada avaria regista a sua causa, o seu tempo de paragem e o seu custo, que é o que permite decidir se compensa substituir o equipamento.
Calibrações e verificações com a periodicidade vigiada, ligadas ao sistema da qualidade.
Leituras de vibração, temperatura ou consumo que disparam uma ordem antes de o equipamento falhar.
O que inclui
Exemplos reais
Alimentação · 3 linhas
Antes O plano existe num Excel e é executado se a produção der tréguas. Ninguém sabe quantas gamas foram saltadas no trimestre passado.
Depois Cada gama lança-se sozinha por data ou por horas de funcionamento, com o seu responsável e o seu prazo. As que são adiadas ficam registadas como tal, e isso já é outra conversa.
Metalomecânica
Antes A prensa velha «dá problemas», mas não há números: nem horas de paragem, nem custo de peças, nem frequência. A decisão de a substituir é adiada todos os anos.
Depois Doze meses de relatórios dão o tempo de paragem acumulado e o custo real. A conversa com a direção passa de uma intuição a um número.
Indústria química · auditoria
Antes As calibrações são controladas numa folha à parte que só a Qualidade consulta. O auditor encontra dois equipamentos caducados em uso.
Depois A calibração é mais uma gama, com a sua periodicidade vigiada e o seu aviso prévio. Um equipamento caducado deixa de constar como apto para medir.
Vocabulário
Perguntas frequentes
Gestão da Manutenção Assistida por Computador. É o sistema onde vivem o inventário de equipamentos, o plano de manutenção preventiva, as ordens de trabalho e o histórico de intervenções. Sem ele, essa informação vive repartida entre um caderno, um Excel e a cabeça do chefe de manutenção.
Pelo inventário de ativos. É a parte aborrecida e a que mais se adia, mas sem uma hierarquia de equipamentos bem montada nenhum indicador significa nada, porque não se sabe a que se refere.
A preventiva dispara por um prazo ou um contador: a cada 500 horas, a cada seis meses. A preditiva dispara por uma medição que indica que algo está a começar a falhar: vibração, temperatura, consumo. A primeira evita avarias por desgaste; a segunda, as que chegam antes do tempo.
O MTBF é o tempo médio entre falhas e mede a fiabilidade do equipamento. O MTTR é o tempo médio de reparação e mede a capacidade de resposta da equipa de manutenção. Andam juntos: subir o MTBF com um MTTR elevado continua a deixar a fábrica parada demasiado tempo.
Não. Recebe a ordem no telemóvel, executa-a, anota o tempo e o material, anexa fotografias e fecha-a junto à própria máquina. Se não houver rede, fica guardada e sincroniza-se ao sair.
Sim, e convém geri-las aqui. Um calibre fora de prazo é uma não conformidade na ISO 9001 e na IATF 16949, e o mecanismo de vigilância da periodicidade é o mesmo de uma preventiva.
Sim. Uma avaria que afeta o produto abre a não conformidade, e uma ação corretiva que exige rever um equipamento gera a ordem de trabalho. É a vantagem de o ter na mesma plataforma em vez de em duas ferramentas que não comunicam.
O consumo de peças pode ser descontado do armazém do ERP e o custo da intervenção imputado ao seu centro de custo, pela mesma via que as restantes integrações: API, base intermédia ou troca de ficheiros.
Com o inventário carregado, um plano preventivo simples e as ordens no telemóvel, arranca em poucas semanas. O que marca o ritmo é a qualidade do inventário de partida, não a ferramenta.
Mostramos-lhe o módulo a funcionar com dados semelhantes aos seus.
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Fontes
Referências ao texto oficial em vigor. Se uma norma for revista, esta página é atualizada e a data de revisão reflete-o.
O Kimobox inclui um software GMAO para gerir a manutenção industrial: inventário de ativos com hierarquia de fábrica, linha e equipamento, planos de manutenção preventiva disparados por calendário ou por contador, ordens de trabalho executadas no telemóvel e consumo de peças imputado a cada intervenção.
Os indicadores de manutenção —disponibilidade, MTBF, MTTR e OEE— calculam-se com os relatórios reais registados pelos técnicos, de modo que a revisão mensal se faz sobre dados da fábrica e não sobre uma estimativa reconstruída a posteriori.
Por viver na mesma plataforma que o sistema da qualidade, uma avaria com impacto no produto abre a respetiva não conformidade e uma ação corretiva que exige intervir num equipamento gera a ordem de trabalho, com a rastreabilidade que pedem a ISO 9001 e a IATF 16949 sem duplicar registos.