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Setor · alimentação e bebidas

Qualidade alimentar sem pastas nem sustos na auditoria

APPCC (HACCP) vivo, pré-requisitos com registos do dia, rastreabilidade que se reconstrói em minutos e a documentação dos fornecedores em dia. Tudo sobre o mesmo sistema, quer seja auditado pela IFS, pelo BRCGS ou pela FSSC 22000.

O que todos os protocolos partilham

A indústria alimentar tem uma obrigação legal —o HACCP do Regulamento (CE) 852/2004— e, além disso, a certificação que o cliente lhe pedir: IFS Food, BRCGS ou FSSC 22000. O que raramente se diz é que o trabalho de fundo dos três protocolos é praticamente o mesmo: pré-requisitos vivos, vigilância dos pontos críticos com registo diário, controlo de alergénios e rastreabilidade que se reconstrua depressa. Montar isso uma só vez, e bem, é o que evita que cada auditoria seja um projeto.

Conteúdo revisto em

Obrigação de base
HACCP, art. 5.º do Regulamento (CE) 852/2004 Para todo o operador do setor alimentar, salvo a produção primária
Rastreabilidade
Art. 18.º do Regulamento (CE) 178/2002 Identificar o fornecedor e o cliente imediato de cada lote
Protocolos reconhecidos
IFS Food, BRCGS e FSSC 22000 Os três têm reconhecimento da GFSI
Metodologia HACCP
Codex Alimentarius CXC 1-1969 Revisão de 2020: 7 princípios em 12 etapas
Alimentos para animais
Regulamento (CE) 183/2005 e GMP+ Higiene dos alimentos para animais e esquema setorial

O que se resolve


O que o auditor pede e quase nunca está à mão

  • Plano HACCP com análise de perigos, PCC e limites críticos documentados
  • Registos de vigilância por lote, com o desvio e a respetiva ação corretiva
  • Matriz de alergénios por produto, atualizada quando muda uma ficha técnica
  • Simulacro de recolha com lotes e clientes afetados em minutos
  • Certificados de análise gerados com os dados reais do lote
  • Documentação de fornecedores com validade vigiada e bloqueio automático
  • Planos de limpeza e controlo de pragas com registo diário
  • Formação em higiene por trabalhador, com a respetiva data de validade
PAINEL DA QUALIDADE 6 AUDITORIAS ESTE ANO 2 por encerrar 3 NÃO CONFORMIDADES ABERTAS Causa raiz em análise 11 AÇÕES CORRETIVAS 8 verificadas, 3 no prazo INDICADORES POR PROCESSO Satisfação do cliente 92% Entregas a tempo 96% Reclamações sobre encomendas 74% REVISÃO PELA GESTÃO, PRÉ-GERADA Auditorias, não conformidades e indicadores prontos para a reunião DOCUMENTAÇÃO VIVA · UMA PLATAFORMA PARA TODAS AS SUAS NORMAS

Exemplos reais


Onde falha uma auditoria alimentar

Carnes · IFS Food

Registos de PCC assinados a posteriori

Antes A folha de vigilância da cozedura é preenchida de memória no fim do turno. O auditor deteta que a letra e a tinta são as mesmas durante todo o dia.

Depois O operador regista a leitura no momento a partir do terminal da linha, com a hora real. O desvio abre sozinho a ação corretiva.

Conservas · BRCGS

Alergénios com uma ficha de há quatro anos

Antes Um fornecedor mudou a formulação de um ingrediente e ninguém reviu a matriz. O produto está há meses com a declaração errada.

Depois A ficha técnica caduca e é pedida ao fornecedor. Uma nova versão desencadeia a revisão dos produtos que a utilizam.

Refeições preparadas · FSSC 22000

O simulacro de recolha de meio dia

Antes Reconstruir a rastreabilidade de um lote obriga a cruzar à mão guias de remessa, registos de produção e expedições.

Depois A consulta devolve de imediato as matérias-primas e os clientes afetados. O simulacro deixa de ser um dia perdido.

Perguntas frequentes


O que nos perguntam antes de começar

Serve se for auditado pela IFS e pelo BRCGS ao mesmo tempo?

Sim, e é um cenário habitual para quem vende à distribuição continental e britânica. O trabalho de fundo —HACCP, pré-requisitos, rastreabilidade, alergénios— é comum; o que muda é a forma de apresentação e alguns requisitos próprios de cada protocolo.

Quanto tempo demora um simulacro de recolha?

Com os lotes ligados, a consulta é imediata: do produto acabado sobe-se às matérias-primas e desce-se aos clientes que o receberam. O tempo é dedicado a decidir o que fazer, não a procurar guias de remessa.

Como se controla a matriz de alergénios?

Cada referência obriga a uma ficha técnica válida com a sua declaração. Se o fornecedor mudar a formulação e carregar uma nova versão, dispara-se a revisão dos produtos que a utilizam, que é onde a cadeia costuma partir-se.

Serve para uma empresa pequena?

O HACCP é obrigatório desde o primeiro dia pelo Regulamento (CE) 852/2004, independentemente da dimensão. O que a norma permite é flexibilidade na forma de o documentar consoante o risco da atividade, e isso configura-se.

E os registos de temperatura das câmaras?

Registam-se como qualquer outra vigilância, com o seu limite e o seu aviso em caso de desvio. Se interessar, o fecho diário pode ser selado em blockchain para que a evidência não dependa apenas do sistema da empresa.

Liga-se ao ERP para os lotes?

Sim. O habitual é o ERP ser o proprietário do lote e da expedição, e o Kimobox consumir esse dado para lhe associar os registos da qualidade e os certificados.

Cobre o GMP+ para alimentos para animais?

Sim. O módulo de segurança dos alimentos para animais partilha estrutura com o resto: HACCP aplicado à alimentação animal, controlo de fornecedores, limites de substâncias indesejáveis e planos de monitorização.

O que acontece quando o protocolo lança uma nova versão?

Ajustam-se as checklists e os registos afetados, não o sistema inteiro. As versões da IFS, do BRCGS e da FSSC mudam a cada poucos anos e o calendário normativo do site recolhe as datas a partir das quais já não se audita pela anterior.

Prepare a sua próxima auditoria alimentar

Mostramos-lhe o módulo a funcionar com dados semelhantes aos seus.

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Fontes


De onde vem cada dado

Referências ao texto oficial em vigor. Se uma norma for revista, esta página é atualizada e a data de revisão reflete-o.

  1. Regulamento (CE) n.º 852/2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios EUR-Lex · 29 de abril de 2004
  2. Regulamento (CE) n.º 178/2002, art. 18.º (rastreabilidade) EUR-Lex · 28 de janeiro de 2002
  3. Princípios gerais de higiene dos alimentos, CXC 1-1969 Codex Alimentarius (FAO/OMS) · Revisão de 2020
  4. Esquemas reconhecidos pela Global Food Safety Initiative GFSI · Lista oficial

Software de qualidade para a indústria alimentar

O Kimobox é um software de qualidade para a indústria alimentar que mantém vivo o HACCP —análise de perigos, pontos críticos de controlo, limites e vigilância por lote— juntamente com os programas de pré-requisitos, o controlo de alergénios e a rastreabilidade a montante e a jusante.

O mesmo sistema serve para as auditorias de IFS Food, BRCGS, FSSC 22000 e GMP+, porque o trabalho de fundo que os quatro protocolos exigem é comum e só muda a forma de o apresentar.